Questões de Fundação Vunesp - Colonialismo e Descolonização

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Questão: 11 de 21

144380

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Banca: VUNESP

Órgão: Pref. Sorocaba/SP

Cargo(s): Professor - História | PEB II

Ano: 2012

Matéria/Assunto: História > História Geral / Idade Moderna / Mercantilismo, Grandes Navegações e Colonialismo / Colonialismo

francês.

inglês.

espanhol.

português.

holandês.

Questão: 12 de 21

120467

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Banca: VUNESP

Órgão: SEDUC/SP

Cargo(s): Professor - História

Ano: 2012

Matéria/Assunto: História > História Geral / Idade Moderna / Mercantilismo, Grandes Navegações e Colonialismo / Colonialismo

ao Gabão.

à Nigéria.

à Argélia.

à Líbia.

à Tunísia.

Questão: 13 de 21

120509

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Banca: VUNESP

Órgão: SEDUC/SP

Cargo(s): Professor - História

Ano: 2012

Matéria/Assunto: História > História Geral / Idade Moderna / Mercantilismo, Grandes Navegações e Colonialismo / Colonialismo

o efetivo desenvolvimento econômico da África subsaariana veio apenas com a presença colonizadora europeia após a segunda metade do século XV, pois mesmo com um emaranhado de redes políticas, o reino do Congo desconhecia princípios básicos de organização econômica.

antes da chegada portuguesa no continente africano, em meados do século XV, não havia organizações políticas e sistemas econômicos complexos na África, e o reino do Congo constituiu-se numa exceção quase única, condição explicada pela sua ligação com povos do Magrebe.

para as pretensões mercantilistas e escravistas do Império Português, o reino do Congo apresentava poucos atrativos, o que determinou o desinteresse português na exploração efetiva da região e a desistência na conquista militar dessa fração da África Negra.

a concepção de uma África subsaariana, construída pelos europeus no decorrer do Mundo Moderno, como um espaço sem Estado e sem história não se confirma, ainda mais em função do estabelecimento de relações simétricas entre o reino do Congo e o reino de Portugal.

a maior parte dos povos que habitavam a chamada África Negra, não teve plenas condições de um desenvolvimento econômico autônomo até a chegada dos colonizadores europeus, pois estes, em especial os portugueses, estabeleceram os princípios básicos de mercado.

Questão: 14 de 21

120536

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Banca: VUNESP

Órgão: Pref. Sertãozinho/SP

Cargo(s): Professor - História

Ano: 2012

Matéria/Assunto: História > História Geral / Idade Moderna / Mercantilismo, Grandes Navegações e Colonialismo / Colonialismo

de toda e qualquer forma de tráfico de escravos no continente, ainda prática recorrente nas regiões sob o domínio holandês.

do “mapa cor-de-rosa”, projeto que defendia a ligação de Angola – no Atlântico – e Moçambique – no Índico, por meio do território das atuais Zâmbia e o Zimbábue.

da criação do Estado Livre da Nigéria, reivindicação de caráter histórico em razão de essa região ser descoberta portuguesa do século XV.

da livre navegação e livre comércio nas bacias do Níger e do Congo, regiões fundamentais para a economia portuguesa.

dos interesses britânicos contra as pretensões italianas no continente, principalmente em relação à África Central.

Questão: 15 de 21

120335

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Banca: VUNESP

Órgão: Pref. Sertãozinho/SP

Cargo(s): Professor - História

Ano: 2012

Matéria/Assunto: História > História Geral / Idade Moderna / Mercantilismo, Grandes Navegações e Colonialismo / Colonialismo

foi negociado, nos anos 1950, pelo governo salazarista, mas sofreu um considerável atraso em função da eclosão da Revolução dos Cravos.

sempre interessou mais a Portugal romper os laços coloniais, pois Angola oferecia poucos ganhos e enormes custos para a economia portuguesa.

não interessava para grande parte dos angolanos a separação de Portugal, atrasando esse processo em quase meio século.

se constituiu em um paradigma de independência bem sucedida, que contou com uma forte conciliação do governo salazarista e dos revolucionários angolanos.

ocorreu em um contexto no qual ainda prevaleciam os preceitos da Guerra Fria, o que explica o apoio dos EUA e da África do Sul à Unita e da URSS e de Cuba ao MPLA.