Questões de Geografia Física - Geografia
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Questão: 151 de 1795
420271
Banca: FGV
Órgão: Pref. Florianópolis/SC
Cargo(s): Geólogo
Ano: 2014
Matéria/Assunto: Geografia > Geografia Física / Hidrografia
fortes, médios e fracos;
sedimentares, ígneos e metamórficos;
pré-cambrianos, terciários e quaternários;
doces, salinos e hipersalinos;
porosos, fissurais e cársticos.
Questão: 152 de 1795
420223
Banca: FGV
Órgão: Pref. Florianópolis/SC
Cargo(s): Geógrafo
Ano: 2014
Matéria/Assunto: Geografia > Geografia Física
são controlados por massas de ar tropicais e polares, sendo
predominante o clima subtropical úmido das costas orientais
e subtropicais dominados por massa tropical seca. A massa
equatorial amazônica também atua na formação desse tipo
climático, atuando durante o outono e o inverno;
têm uma maior regularidade na distribuição anual da
pluviometria, com baixas temperaturas no inverno. Essas
características resultam da associação entre a posição
geográfica da área, seu relevo e a atuação dos sistemas
atmosféricos intertropicais e polares;
apresentam uma regularidade térmica anual espacial,
anuindo com o regime pluviométrico. Observa-se uma
sazonalidade da temperatura, sendo o verão marcadamente
de quente a fresco, dominado por massas tropicais, e o
inverno de fresco a frio, dominado por massas polares;
das capitais Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre são do tipo
mesotérmico com verões frescos, sem estação seca e com
ocorrência frequente de geadas no inverno. Curitiba é
considerada a capital mais fria do país, o que se deve à ação
mais agressiva da massa de ar polar no inverno;
são marcados pela atuação dos sistemas atmosféricos de
origem continental e equatorial (no verão), que respondem
por elevado índice pluviométrico regional, bastante
representativo no interior, na porção litorânea e nas
elevações da serra do Mar e da serra Geral.
Questão: 153 de 1795
420226
Banca: FGV
Órgão: Pref. Florianópolis/SC
Cargo(s): Geógrafo
Ano: 2014
Matéria/Assunto: Geografia > Geografia Física
nos climas tropicais há maior incidência de radiação, a
variação sazonal da temperatura é maior do que as variações
diurnas. A precipitação é do tipo convectiva e com ocorrência
de muitas tempestades. A sazonalidade é controlada pela
fonte de umidade nos oceanos ou pela Zona de Convergência
Intertropical (ZCIT) ou ainda pela topografia;
nos climas tropicais a quantidade de insolação recebida é
muito mais elevada, resultando em altas temperaturas do ar,
com elevada variação diurna e baixa variação sazonal. A
precipitação é constante o ano inteiro com pouca
variabilidade. O volume da precipitação diminui com a
continentalidade, mas na costa o volume é maior;
nos climas temperados a precipitação é do tipo ciclônica,
tende a se distribuir mais espacialmente e mais igualmente
durante o ano. As estações do ano são determinadas bem
mais pela temperatura do que pelo volume da precipitação.
Há pouca variação do tempo atmosférico por conta da
ausência de massas de ar contrastantes de temperatura e
umidade;
nos climas tropicais há maior variação diurna da temperatura
do que variações sazonais, a precipitação é do tipo convectiva
e mais localizada com ocorrência de muitas tempestades. Os
climas são baseados no volume e na distribuição da
precipitação. As massas de ar são em menor número e
similares, sobretudo às propriedades térmicas;
nos climas temperados a precipitação é do tipo frontal, tende
a se distribuir mais espacialmente e mais igualmente durante
o ano. As estações do ano são determinadas tanto pelo
comportamento anual da temperatura quanto pelo volume
da precipitação. O predomínio dos sistemas anticiclonais
estabelece um tempo atmosférico mais estável.
Questão: 154 de 1795
420209
Banca: FGV
Órgão: Pref. Florianópolis/SC
Cargo(s): Geógrafo
Ano: 2014
Matéria/Assunto: Geografia > Geografia Física / Terra / Rocha
pelo teor de SiO2 superior a 65%;
pelo teor de SiO2 inferior a 65%;
por valores de pH superiores a 7,0;
por valores de pH inferiores a 7,0;
pela ausência de quartzo em lâminas petrográficas.
Questão: 155 de 1795
420220
Banca: FGV
Órgão: Pref. Florianópolis/SC
Cargo(s): Geógrafo
Ano: 2014
Matéria/Assunto: Geografia > Geografia Física / Terra / Rocha
os lineamentos estruturais, como falhas e fraturas,
resultantes das fases de dobramento de fundo e atividade
tectônica condicionaram a fragmentação do bloco
gondwânico e a formação do Atlântico Sul, mas não são
responsáveis por condicionar a disposição da rede de
drenagem e da direção da linha de costa;
as direções mais comuns, sudoeste-nordeste ou su-sudoestenor-nordeste, denominadas direção brasiliana, e a direção
sudeste-noroeste, denominada direção caraíba,
condicionaram os grandes alinhamentos da linha de costa,
ora predominando a direção caraíba, no litoral norte, ora
predominando a direção brasiliana, do Rio Grande do Norte
ao Rio Grande do Sul;
nos limites entre a linha de costa e a plataforma continental
interna, estende-se uma zona de transição, cujo gradiente
batimétrico diminui em direção à costa, caracterizada pela
diminuição dos processos morfodinâmicos, dissipação da
energia das ondas e baixa troca de sedimentos entre a praia e
a zona submarina;
os processos costeiros de médio e longo prazo são induzidos
pelo clima de ondas, responsável pelo transporte de
sedimentos nos sentidos longitudinal e transversal à linha de
costa. A energia de ondas, a intensidade e a recorrência das
tempestades comandam a dinâmica dos processos de erosão
e acumulação na interface continente-oceano e fundo
marinho;
as causas mais frequentes da erosão ou progradação costeira
é a alteração no volume de sedimentos transportados
paralelamente à linha de costa. Esse transporte, efetuado
pela corrente longitudinal, tem sua intensidade e sentido
definidos pela altura e direção das ondas incidentes e pela
orientação da linha de costa.