Questões de Geografia Física - Geografia

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Questão: 156 de 1847

420226

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Banca: FGV

Órgão: Pref. Florianópolis/SC

Cargo(s): Geógrafo

Ano: 2014

Matéria/Assunto: Geografia > Geografia Física

nos climas tropicais há maior incidência de radiação, a
variação sazonal da temperatura é maior do que as variações
diurnas. A precipitação é do tipo convectiva e com ocorrência
de muitas tempestades. A sazonalidade é controlada pela
fonte de umidade nos oceanos ou pela Zona de Convergência
Intertropical (ZCIT) ou ainda pela topografia;

nos climas tropicais a quantidade de insolação recebida é
muito mais elevada, resultando em altas temperaturas do ar,
com elevada variação diurna e baixa variação sazonal. A
precipitação é constante o ano inteiro com pouca
variabilidade. O volume da precipitação diminui com a
continentalidade, mas na costa o volume é maior;

nos climas temperados a precipitação é do tipo ciclônica,
tende a se distribuir mais espacialmente e mais igualmente
durante o ano. As estações do ano são determinadas bem
mais pela temperatura do que pelo volume da precipitação.
Há pouca variação do tempo atmosférico por conta da
ausência de massas de ar contrastantes de temperatura e
umidade;

nos climas tropicais há maior variação diurna da temperatura
do que variações sazonais, a precipitação é do tipo convectiva
e mais localizada com ocorrência de muitas tempestades. Os
climas são baseados no volume e na distribuição da
precipitação. As massas de ar são em menor número e
similares, sobretudo às propriedades térmicas;

nos climas temperados a precipitação é do tipo frontal, tende
a se distribuir mais espacialmente e mais igualmente durante
o ano. As estações do ano são determinadas tanto pelo
comportamento anual da temperatura quanto pelo volume
da precipitação. O predomínio dos sistemas anticiclonais
estabelece um tempo atmosférico mais estável.

Questão: 157 de 1847

420221

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Banca: FGV

Órgão: Pref. Florianópolis/SC

Cargo(s): Geógrafo

Ano: 2014

Matéria/Assunto: Geografia > Geografia Física / Terra / Rocha

as rochas ígneas formam-se pela cristalização do magma,
uma massa de rocha fundida que se origina em profundidade
na crosta e no interior. Podem ser do tipo intrusiva e
extrusiva. Elas se distinguem pela textura, composição
mineralógica e química;

as rochas sedimentares foram uma vez sedimentos e, por
isso, são o registro das condições da superfície terrestre da
época e do lugar onde eles foram depositados. O
intemperismo e a erosão são processos que pouco influem no
estágio sedimentar, predominando o processo de deposição;

as rochas metamórficas são produzidas quando as altas
temperaturas e as baixas pressões do interior da Terra atuam
em qualquer tipo de rocha para mudar sua textura,
mineralogia, composição química e sua forma e condição
sólida;

as rochas ígneas e metamórficas apresentam o mesmo
processo de formação e estão localizadas nas bordas dos
continentes que sofreram intensa orogenia. A textura, a
composição mineralógica e química são afetadas pela
temperatura e pressão;

as rochas sedimentares são formadas a partir de sedimentos,
encontrados na superfície terrestre como camadas de
partículas soltas. Essas partículas se formam a grandes
profundidades à medida que as rochas vão sendo
transformadas e sedimentadas.

Questão: 158 de 1847

420209

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Banca: FGV

Órgão: Pref. Florianópolis/SC

Cargo(s): Geógrafo

Ano: 2014

Matéria/Assunto: Geografia > Geografia Física / Terra / Rocha

pelo teor de SiO2 superior a 65%;

pelo teor de SiO2 inferior a 65%;

por valores de pH superiores a 7,0;

por valores de pH inferiores a 7,0;

pela ausência de quartzo em lâminas petrográficas.

Questão: 159 de 1847

420220

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Banca: FGV

Órgão: Pref. Florianópolis/SC

Cargo(s): Geógrafo

Ano: 2014

Matéria/Assunto: Geografia > Geografia Física / Terra / Rocha

os lineamentos estruturais, como falhas e fraturas,
resultantes das fases de dobramento de fundo e atividade
tectônica condicionaram a fragmentação do bloco
gondwânico e a formação do Atlântico Sul, mas não são
responsáveis por condicionar a disposição da rede de
drenagem e da direção da linha de costa;

as direções mais comuns, sudoeste-nordeste ou su-sudoestenor-nordeste, denominadas direção brasiliana, e a direção
sudeste-noroeste, denominada direção caraíba,
condicionaram os grandes alinhamentos da linha de costa,
ora predominando a direção caraíba, no litoral norte, ora
predominando a direção brasiliana, do Rio Grande do Norte
ao Rio Grande do Sul;

nos limites entre a linha de costa e a plataforma continental
interna, estende-se uma zona de transição, cujo gradiente
batimétrico diminui em direção à costa, caracterizada pela
diminuição dos processos morfodinâmicos, dissipação da
energia das ondas e baixa troca de sedimentos entre a praia e
a zona submarina;

os processos costeiros de médio e longo prazo são induzidos
pelo clima de ondas, responsável pelo transporte de
sedimentos nos sentidos longitudinal e transversal à linha de
costa. A energia de ondas, a intensidade e a recorrência das
tempestades comandam a dinâmica dos processos de erosão
e acumulação na interface continente-oceano e fundo
marinho;

as causas mais frequentes da erosão ou progradação costeira
é a alteração no volume de sedimentos transportados
paralelamente à linha de costa. Esse transporte, efetuado
pela corrente longitudinal, tem sua intensidade e sentido
definidos pela altura e direção das ondas incidentes e pela
orientação da linha de costa.

Questão: 160 de 1847

419286

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Banca: CESGRANRIO

Órgão: EPE

Cargo(s): Analista de Pesquisa Energética - Meio Ambiente - Geoprocessamento

Ano: 2014

Matéria/Assunto: Geografia > Geografia Física / Terra / Processos químicos/físicos/biológicos

quartzito; amplitude do interflúvio > 5.000 m e declividade até 20°; Latossolo Amarelo; intensidade pluviométrica < 100 mm/mês

dolomito; amplitude do interflúvio de 250 m a 500 m e
declividade > 27°; Neossolo Litólico; intensidade pluviométrica > 500 mm/mês

ardósia; amplitude do interflúvio de 1.500 m a 1.750 m
e declividade < 23°; Planossolo; intensidade pluviométrica < 500 mm/mês

granito; amplitude do interflúvio de 2.500 m a 2.750 m
e declividade > 25°; Argissolo; intensidade pluviométrica até 400 mm/mês

basalto; amplitude do interflúvio < 250 m e declividade
entre 20° e 25°; Chernossolo; intensidade pluviométrica a partir de 300 mm/mês