Questões de Globalização - Geografia - Blocos Econômicos
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Questão: 331 de 607
194945
Banca: VUNESP
Órgão: SED/SP
Cargo(s): Professor - Geografia | 2
Ano: 2012
Matéria/Assunto: Geografia > Geografia econômica / Globalização e Divisão Internacional do Trabalho / Mundo contemporâneo
do Kuwait.
da Arábia Saudita.
do Iraque.
da Síria.
do Líbano.
Questão: 332 de 607
194963
Banca: VUNESP
Órgão: SED/SP
Cargo(s): Professor - Geografia | PEB II
Ano: 2011
Matéria/Assunto: Geografia > Geografia econômica / Globalização e Divisão Internacional do Trabalho / Mundo contemporâneo
pedológicos e climatológicos.
hipsométricos e de declividade.
quantitativos e ordenados.
sobre os fixos e os fluxos.
de isoietas e pontos cotados.
Questão: 333 de 607
195099
Banca: VUNESP
Órgão: Pref. Alumínio/SP
Cargo(s): Professor - Geografia
Ano: 2011
Matéria/Assunto: Geografia > Geografia econômica / Globalização e Divisão Internacional do Trabalho / Mundo contemporâneo
a invenção da internet gratuita e sua popularização em
todo o mundo.
o surgimento dos países subdesenvolvidos, como o Brasil
e a China.
a dissolução da União Soviética, com o consequente fim
da Guerra Fria.
o início dos conflitos, envolvendo israelenses e palestinos
no Oriente Médio.
a formação da OTAN, aliança militar mundial liderada
pelos Estados Unidos.
Questão: 334 de 607
194934
Banca: VUNESP
Órgão: SED/SP
Cargo(s): Professor - Geografia | 2
Ano: 2012
Matéria/Assunto: Geografia > Geografia econômica / Globalização e Divisão Internacional do Trabalho / Mundo contemporâneo
informação oficial e sites difamatórios.
direitos autorais e pirataria.
democracias e organizações terroristas.
controle e liberdade da informação.
segurança da informação e sistemas financeiros.
Questão: 335 de 607
195097
Banca: VUNESP
Órgão: Pref. São Carlos/SP
Cargo(s): Professor - Geografia | PEB III
Ano: 2011
Matéria/Assunto: Geografia > Geografia econômica / Globalização e Divisão Internacional do Trabalho / Mundo contemporâneo
O Estado é o principal agente da globalização, pois é ele
quem controla a circulação de mercadorias, pessoas e capitais, cabendo às multinacionais o papel de coadjuvantes,
que vão à reboque dos interesses nacionais, mesmo que,
para isso, tenham que renunciar a maiores taxas de lucro.
A globalização só é real na esfera cultural, já que na esfera
produtiva não houve grandes alterações, permanecendo o
Estado como o principal indutor do crescimento econômico mundial, por meio dos investimentos nas empresas
estatais, que passaram a atuar como multinacionais.
Somente os Estados que se constituíram nos países
desenvolvidos participam da globalização. Nos países
subdesenvolvidos, o Estado é fraco demais para participar da economia globalizada, permanecendo alheio às
mudanças.
O período da globalização marca o auge do poder do Estado,
pois essa instituição não está obrigada a seguir os ditames
da competição internacional, como as empresas multinacionais, posto que são produto da ação política e não da
economia, o que lhes é garantido pela soberania nacional.
Ao contrário do que se repete impunemente, o Estado
continua forte e a prova disso é que nem as empresas
transnacionais, nem as instituições supranacionais dispõem de força normativa para impor, sozinhas, dentro
de cada território, sua vontade política ou econômica.