Questões de História - Cultura e preservação cultural

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Questão: 1 de 35

421631

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Banca: FGV

Órgão: SEDUC/AM

Cargo(s): Professor - Ciclo Regular

Ano: 2014

Matéria/Assunto: História > História Mundial / Cultura e preservação cultural

Fontes históricas são apenas os vestígios voluntários do passado.

O historiador considera fontes críveis apenas os documentos oficiais.

A crítica das fontes garante a verdade do relato histórico.

As fontes históricas informam sobre como uma sociedade via a si mesma.

O uso de fontes literárias torna o conhecimento histórico menos objetivo.

Questão: 2 de 35

405628

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Banca: IESES

Órgão: Pref. Palhoça/SC

Cargo(s): Professor - História

Ano: 2021

Matéria/Assunto: História > História Mundial / Cultura e preservação cultural

O lema “Ordem e Progresso” é inspirado pelo lema do positivismo de Auguste Comte: “O Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim”, em versão traduzida do francês.

As estrelas, cuja posição na bandeira refletem o céu visto na capital Rio de Janeiro em 15 de novembro de 1889, representam as Unidades Federativas - cada estrela representa um Estado específico, além do Distrito Federal.

Em 19 de novembro de 1889 havia 15 estrelas na bandeira do Brasil, pois representavam as 15 capitanias hereditárias e seus 12 donatários (uma vez que uns receberam mais que uma porção de terra e as Capitanias do Maranhão e São Vicente foram divididas em duas porções). O número de estrelas da Bandeira do Brasil foi atualizado apenas em 1988, com a Constituição, na atual configuração em Estados.

A bandeira é um dos símbolos nacionais brasileiros, ao lado do Laço Nacional, do Selo Nacional, do Brasão de Armas e do Hino Nacional.

Questão: 3 de 35

400938

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Banca: IDECAN

Órgão: IF/PB

Cargo(s): Professor - História | CÓD 15 - Professor EBTT

Ano: 2019

Matéria/Assunto: História > História Mundial / Cultura e preservação cultural

Os artefatos descobertos no sítio de Monte Verde, explorado pelo arqueólogo Tom Dillehay, ao sul do Chile, onde foram encontrados vestígios arqueológicos que sugerem uma presença humana há 12.300 anos.

Os estudos da pesquisadora Anna Roosevelt sobre Pedra Pintada, sítio localizado na cidade de Monte Alegre, Pará, que indicam a ocupação do homem na floresta amazônica por volta de 11.300 anos atrás.

Os indícios da presença humana no Brasil, em Lagoa Santa, Minas Gerais, e no Boqueirão da Pedra Furada, em São Raimundo Nonato, Piauí, onde foram encontradas evidências remotas, anteriores a 10 mil anos.

Os registros encontrados no sítio arqueológico próximo à cidade de Clóvis, no Novo México, EUA, onde foram encontrados artefatos produzidos por pessoas que habitaram a região entre 10.500 e 11.400 anos atrás.

Os vestígios humanos encontrados nos sítios de Tibitó, Colômbia, e os de Quebrada Jaguay e Pachamachay, no Peru, que possuem datações antigas de até 11.800 anos.

Questão: 4 de 35

394329

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Banca: FCC

Órgão: TRT/SP - 2ª Região

Cargo(s): Analista Judiciário - História

Ano: 2018

Matéria/Assunto: História > História Mundial / Cultura e preservação cultural

o historiador quebra a ordem natural das coisas para colocar em seu lugar uma narrativa sobre o passado.

é o historiador que, ao mesmo tempo em que confere estatuto documental a certos elementos, faz com que respondam a suas indagações.

objetos tridimensionais, emblemáticos da cultura material de determinada sociedade, constituem importante fonte de pesquisa para o historiador.

os documentos de arquivo, obedientes à lógica dos órgãos produtores, não se sujeitam aos arranjos feitos pelo historiador.

a pesquisa histórica tem caráter aleatório, desobrigando o historiador de justificar suas opções metodológicas.

Questão: 5 de 35

394007

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Banca: FCC

Órgão: TRT/SP - 15ª Região

Cargo(s): Analista Judiciário - História

Ano: 2018

Matéria/Assunto: História > História Mundial / Cultura e preservação cultural

a proibição dos procedimentos de digitalização da documentação por razões de preservação do papel.

a ampliação dos mecanismos de acesso à justiça no país, que resultou no extravio e roubo de patrimônios.

a ausência de uma lei que regule uma política nacional de arquivos e defina as competências do Poder Público, nesse sentido.

a falta de investimentos suficientes em políticas de gestão de estruturas arquivísticas e de preservação documental.

o desinteresse no meio acadêmico brasileiro, pela documentação histórica para a realização de pesquisas sobre a justiça e o trabalho no Brasil.