Questões de História - História Mundial
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Questão: 56 de 1868
414127
Banca: NUCEPE
Órgão: SEDUC/PI
Cargo(s): Professor Temporário - História
Ano: 2018
Matéria/Assunto: História > História Geral / Guerras Árabe-Israelense
Cristianismo.
Judaísmo.
Islamismo.
Budismo.
Confucionismo.
Questão: 57 de 1868
414251
Banca: FADESP
Órgão: Pref. Parauapebas/PA
Cargo(s): Professor - História
Ano: 2014
Matéria/Assunto: História > História Geral / Idade Média (476-1453)
vida dos camponeses, que deixaram de trabalhar em feudos e passaram a migrar para as grandes
cidades europeias, para trabalharem nas primeiras fábricas, mudança que ocasionou o início da
Revolução Industrial inglesa.
forma de se perceber o tempo e seu uso legítimo. Antes, os católicos viam o tempo como
pertencente a Deus e para seu serviço. Depois, passaram a interpretá-lo como meio de
crescimento pessoal e de geração de riquezas, o que marcou o início da mentalidade capitalista.
maneira de interpretar a Bíblia. Antes, a interpretação era feita por católicos ortodoxos, cuja
mentalidade era contrária ao lucro pessoal, percebido como usura. Depois, os protestantes
passaram a ler a Bíblia como meio de enriquecimento nacional dos reinos absolutistas.
vida dos monges e padres, que deixaram de viver sem lucros e isolados do mundo e passaram a
depender do lucro das vendas de seus produtos para sobreviver. Isso caracterizou o fim do mundo
medieval e o início da mentalidade capitalista moderna.
Questão: 58 de 1868
414254
Banca: FADESP
Órgão: Pref. Parauapebas/PA
Cargo(s): Professor - História
Ano: 2014
Matéria/Assunto: História > História Geral / Idade Média (476-1453)
escravos, camponeses e senhores feudais.
servos da gleba, guerreiros dos reis absolutos e senhores feudais.
servos da gleba-senhores, clérigos (altos e baixos) e cavaleiros (nobres).
nobreza de toga, vilania e trabalhadores rurais escravizados.
Questão: 59 de 1868
414258
Banca: FADESP
Órgão: Pref. Parauapebas/PA
Cargo(s): Professor - História
Ano: 2014
Matéria/Assunto: História > História Geral / História Contemporânea / Artes e Cultura desde 1789
colocavam em prática seus ideais democráticos, mesmo mantendo a escravidão de origem
africana. Já os povos europeus – e especialmente a França – uma série de levantes e revoluções
não solidificaram os ideais democráticos com idas e vindas do absolutismo e do militarismo.
construiram uma democracia sem escravidão e com ampla maioria de acesso do povo ao poder, e
os povos europeus, especialmente os franceses, abriram seus regimes somente de maneira
revolucionária e parcial à elite local e não ao povo como um todo.
dominaram um rico território e nele se estabeleceram democraticamente, em acordo com os povos
indígenas. Já os povos europeus, apesar de sua suposta civilização, não chegaram a acordos,
enfrentando guerras e revoluções, como a Francesa de 1789.
colocaram em prática sua democracia, impondo condições de liberdade aos negros e indígenas, e
os europeus manteram os trabalhadores em condições degradantes, o que gerava na Europa, e
especialmente na França, inúmeras revoltas populares, camponesas e de operários.
Questão: 60 de 1868
414256
Banca: FADESP
Órgão: Pref. Parauapebas/PA
Cargo(s): Professor - História
Ano: 2014
Matéria/Assunto: História > História Geral / História Contemporânea / Século XIX / Revolução Industrial, Vida Econômica e Transformações Sociais
implantação de colônias de exploração e de povoamento inglês na América, Ásia e África. Essas
colônias dependiam da Inglaterra, que as governava politicamente de maneira direta e as explorava
como mercado consumidor para seus produtos industrializados.
transmissão de tecnologia aos aliados europeus e a sua ex-colônia, os EUA, seguido da submissão
dos países subdesenvolvidos da África e Ásia, que foram destruídos ou dominados políticamente
por britânicos e europeus.
exportação de máquinas para os países europeus que desejavam se industrializar, e exportação de
produtos industrializados para a América, África e Ásia. Esses três últimos continentes foram alvo
imperialista dos ingleses, que os dominaram política e socialmente de maneira intervencionista e
direta.
exportação de maquinaria e manutenção do domínio tecnológico da indústria siderúrgica, o que
proporcionou um outro tipo de exploração neocolonial, normalmente marcada pela exploração
mercadológica e financeira dos países pobres da América, pela intervensão política e econômica na
África e Ásia.