Questões de História - História Mundial

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Questão: 126 de 1887

408167

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Banca: NUCEPE

Órgão: Pref. Timon/MA

Cargo(s): Professor - História | Educação Básica

Ano: 2020

Matéria/Assunto: História > História Mundial / Guerra Fria

a instabilidade política fora da Europa, especialmente no Japão, em que os países cobeligerantes, EUA e
URSS, estabeleceram influência compartimentada, mantendo a disputa entre as duas superpotências por
apoio durante toda Guerra Fria.

os estados pós-coloniais, como palco de competição das duas grandes potências mundiais que lutavam
para ampliar suas áreas de influência, tornando-se a maior zona de atrito entre elas e o espaço de
irrupção dos conflitos armados.

uma ampla disputa produzida pelos serviços secretos vinculados aos dois lados ideológicos manifestada,
na política de espionagem representadas pela KGB e CIA, órgãos de competência exclusiva na área da
informação.

a corrida das duas potências para o desenvolvimento de armas nucleares, que resultou na produção das
bombas atômica e de hidrogênio, reforçando em ambas a disposição para o uso da guerra direta como
instrumento de política.

a necessidade de conter a ameaça dos Estados Unidos e das milícias paramilitares de cubanos
anticastristas, impulsionando uma aproximação militar entre Havana e Moscou, o que resultou, na
operação Baía dos Porcos ou crise dos mísseis cubanos.

Questão: 127 de 1887

408168

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Banca: NUCEPE

Órgão: Pref. Timon/MA

Cargo(s): Professor - História | Educação Básica

Ano: 2020

Matéria/Assunto: História > História Mundial / Entre-Guerras

uma ampla disputa historiográfica entre as ortodoxias norte-americana e soviética, para as quais a
explicação dessa política encontra razão em questões de ordem da economia doméstica, em problemas
sociais e diplomáticos.

uma perspectiva historiográfica revisionista, que a partir de 1950 atribuiu à União Soviética a
responsabilidade pelo início do conflito, por ter saído da Segunda Guerra com uma política de
reconstrução do País e proteção de suas áreas de influência.

uma visão historiográfica pós-revisionista, que, na década de 80 e após a desagregação da União
Soviética, defendeu a análise crítica das teses anteriores e enfatizou o suposto papel de protetor do
ocidente, desempenhado pelos Estados Unidos.

uma perspectiva historiográfica corporativista, defensora de uma leitura da Guerra Fria que responsabiliza
a política isolacionista dos Estados Unidos, expressa principalmente nas pretensões atribuídas ao Plano
Marshall.

a abordagem realizada por Fred Halliday, para quem a Guerra Fria divide-se em duas fases: a Primeira
Guerra Fria (1946-1979), marcada pela expansão militarista, e a Segunda Guerra Fria (Governo Reagan),
marcada pela distensão militar.

Questão: 128 de 1887

408169

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Banca: NUCEPE

Órgão: Pref. Timon/MA

Cargo(s): Professor - História | Educação Básica

Ano: 2020

Matéria/Assunto: História > História Mundial / Globalização / Guerra contra o Terror

em políticas antiterroristas, a exemplo dos serviços secretos e legislações de segurança nacional,
desenvolvidas com objetivo de evitar a presença física ou a simples ameaça dos possíveis inimigos nas
grandes metrópoles.

na presença dos imigrantes que se encontram em condição legalmente regulamentada, e que por essa
situação podem integrar as redes formais do mercado e da sociedade global.

nos refugiados, que, por razões diversas, optam por se integrarem à clandestinidade da população de
uma grande metrópole, desconsiderando sua política de acolhimento internacional, para os casos
legalmente previstos.

nas circunstâncias atuais, em que o novo “colonial”, por desenvolver suas experiências de vida correndo
do outro lado da linha, apresenta uma mobilidade reduzida, contrapondo-se à ampliação do espaço
abissal do metropolitano.

na cartografia atual, onde a regulação/emancipação que define o outro lado da linha vai se fortalecendo
com a reação dos invisíveis, ocorrendo uma desfiguração da apropriação/violência, pressionada pelos
que ocupam esse lado da linha.

Questão: 129 de 1887

407428

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Banca: FUMARC

Órgão: SEDUC/MG

Cargo(s): Professor - História | Educação Básica

Ano: 2018

Matéria/Assunto: História > História Mundial / Ideologias e Filosofias / Fascismos e Nazismos

formação de uma nova identidade nacional sob valores modernos, abandonando o passado da
Alemanha após o fracasso retumbante na Primeira Grande Guerra.

garantia de que a sociedade apoiasse um regime totalitário e ditatorial, mesmo diante dos avanços democráticos do período experimentados pós-República de Weimar.

mobilização da opinião pública pelo esforço de guerra e à constituição de um inimigo comum a
ser combatido (o judeu), justificando políticas de segregação e extermínio.

montagem de forças de coesão capazes de criar sentimentos nacionais importantes junto à população para o fortalecimento do Estado alemão que levaram à vitória na Segunda Guerra.

valorização da raça ariana como superior às demais, no aspecto nacional e combate ao desemprego, com a reserva de trabalho a alemães, no aspecto econômico-social.

Questão: 130 de 1887

407429

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Banca: FUMARC

Órgão: SEDUC/MG

Cargo(s): Professor - História | Educação Básica

Ano: 2018

Matéria/Assunto: História > História Mundial / Ideologias e Filosofias / Fascismos e Nazismos

Após este acontecimento, radicalizaram-se as medidas destinadas a eliminar os judeus da vida
alemã, com a adoção de políticas de emigração forçada, deportação para o leste europeu e,
posteriormente, o extermínio sistemático.

As repercussões da “Noite dos Cristais” foram contrárias aos anseios do Partido Nazista. Os civis
alemães reagiram e protestaram contra a violência e as potências mundiais abriram suas portas
para receber imigrantes judeus.

Explicitaram o ódio visceral dos alemães pelos judeus. A fúria contra o judaísmo, represada por
gerações, foi desencadeada. A violência e humilhação levaram à intimidação dos judeus e sua
retirada imediata do mundo europeu.

O evento foi realizado, com o apoio estatal e do próprio führer, ampliando a participação dos civis
alemães no combate aos inimigos de estado e dando apoio iminente imediato à guerra e à política de limpeza étnica do projeto nazista.

Vista como uma explosão espontânea de raiva justificada, indicou a culpa dos judeus sobre a
situação de decadência econômica e social da Alemanha, que, há muito tempo, vivenciava uma
guerra interna contra um inimigo no seu próprio país.