Questões de História - História Mundial

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Questão: 131 de 1868

407439

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Banca: FUMARC

Órgão: SEDUC/MG

Cargo(s): Professor - História | Educação Básica

Ano: 2018

Matéria/Assunto: História > História Geral / Neoliberalismo

A opção neoliberal questiona o tamanho do Estado, diminuindo os investimentos em políticas
sociais, principalmente voltadas aos trabalhadores e, consequentemente, levando ao aumento
da desigualdade social.

Ao decidir pelo neoliberalismo como política, a classe capitalista se alia às elites dos países ricos
e abre mão de um mercado interno maior para ceder à prevalência dos interesses dos países
dominantes.

As articulações políticas e os projetos nacionais não precisam escolher entre a aproximação dos
países ricos e as políticas sociais: a nação deve se aproximar dos países hegemônicos sem se
afastar dos trabalhadores.

O Estado brasileiro precisa diminuir os impostos pagos pelos capitalistas locais para gerar desenvolvimento. Para isso, o Estado precisa estar mais enxuto e diminuir a burocracia pública em
números e em salários.

Só os governos que mantêm maiores gastos em Educação, saúde e assistência social são capazes de garantir a estabilidade. Qualquer governo que opte pelo neoliberalismo diminui o papel
do Estado e a legitimidade dele.

Questão: 132 de 1868

407433

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Banca: FUMARC

Órgão: SEDUC/MG

Cargo(s): Professor - História | Educação Básica

Ano: 2018

Matéria/Assunto: História > História Geral / História Contemporânea / Século XX / A Crise Internacional e a Primeira Guerra Mundial

A derrota da Alemanha e seus aliados na Primeira Grande Guerra definiu as nações entre vencedores e perdedores. As nações perdedoras carregaram a pecha da vergonha e tiveram que
recomeçar. As nações vencedoras provaram sua superioridade, resolveram as antigas rivalidades e reforçaram seus governos vitoriosos.

A guerra exigiu dos seus indivíduos a crença de que a vitória dependia de sua coragem e resistência em defender a nação de um inimigo: o estrangeiro. O estrangeiro era, assim, acima de
tudo, tomado como o assassino do irmão, independente da distância consanguínea ou de classe
social desse irmão.

A guerra se relaciona com o contexto do imperialismo, que colocou frente a frente nações em
disputas territoriais e por recursos. Cada indivíduo nacional carregava a consciência de ser parte
necessária da luta pela competitividade que garantiria a sobrevivência econômica, e consequente política da nação.

O conflito mobilizou os ódios e os brios nacionais sob um aspecto etnocêntrico. Cada nação se
considerava com superioridade inquestionável frente às outras, o que fez com que soldados, de
um lado e de outro, se enfrentassem para provar que eram mais fortes e preparados para sobreviver, colocando as questões territoriais em segundo plano.

O grande articulador da coesão nacional entre os indivíduos foi o temor da morte. Não havia
sentimento nacional consolidado antes da Guerra eclodir. A possibilidade iminente da morte criou
laços fraternos entre os soldados, que precisavam defender-se dos inimigos juntos, para perpetuarem-se, enfim, como nação.

Questão: 133 de 1868

407432

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Banca: FUMARC

Órgão: SEDUC/MG

Cargo(s): Professor - História | Educação Básica

Ano: 2018

Matéria/Assunto: História > História Geral / Guerras Árabe-Israelense

Acusa-se o Ocidente de promover a desagregação nacional, ao ameaçar os valores e os princípios morais e, assim, fortalecem-se os governos locais.

Amparam-se numa solução civil, buscando romper com as estruturas arcaicas, pautadas na religião, por um modelo mais laico e liberal.

Buscou-se a eleição de um inimigo comum, a partir da coesão nos discursos de combate à desigualdade e da defesa da tradição.

Diferenciam-se nas soluções adotadas, enquanto a Tunísia voltou por uma continuidade de uma
política religiosa, o Egito ocidentalizou-se totalmente.

Ocorreu uma aproximação com o Ocidente e seu discurso de democracia, na tentativa de promover uma luta em torno do ideal de liberdade.

Questão: 134 de 1868

407431

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Banca: FUMARC

Órgão: SEDUC/MG

Cargo(s): Professor - História | Educação Básica

Ano: 2018

Matéria/Assunto: História > História Geral / História Contemporânea / Pensamento Filosófico e Político desde 1789

ultranacionalistas, com a tendência de repudiarem os imigrantes em apoio à União Europeia
como a única capaz de fortalecer as nações que a formam.

tomados como indicativos da crise político-partidária, já que demonstram insatisfação com os
políticos tradicionais de esquerda e buscam novos nomes.

isolados, são fenômenos tipicamente das sociedades europeias e do histórico de ódio cultural
que levaram às duas grandes guerras mundiais.

contra o multiculturalismo, atacando estrangeiros e diferentes com a justificativa de que corrompem a cultura e ameaçam a unidade nacional.

conjunturais, pois cresceram com a crise econômica e as políticas de austeridade e tendem a
desaparecer com a estabilização das economias.

Questão: 135 de 1868

407435

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Banca: FUMARC

Órgão: SEDUC/MG

Cargo(s): Professor - História | Educação Básica

Ano: 2018

Matéria/Assunto: História > História Geral / História Contemporânea / Século XX / Segunda Guerra Mundial (1939-1945)

A questão nacional explica a Segunda Grande Guerra. A Guerra se apoiava na responsabilidade
de Adolf Hitler de desencadear o conflito com seu desejo de tornar a Alemanha a nação mais
poderosa do mundo, subjugando todas as demais, encarnando, ele próprio, o delírio do totalitarismo.

A Guerra de 1939 é um resultado perverso de uma conjunção de fatores, desde questões imperialistas e disputas não resolvidas no primeiro conflito, como a crise do capitalismo liberal e o
despertar de nacionalismos após as derrotas e crises que levaram à consolidação de regimes
totalitários.

A Segunda Grande Guerra expôs o conflito capitalismo X socialismo. Hoje já não se tem dúvidas
quanto à decisão eminentemente política dos dirigentes americanos de lançarem as duas bombas atômicas sobre o Japão: era o recado de que o capitalismo era superior ao socialismo como
projeto e modelo.

O esforço de matar e morrer pela nação, que construiu a camaradagem a todos os nacionais,
continuou sendo a estratégia de articulação dos Estados. Com a derrota dos inimigos além das
fronteiras nacionais na Primeira Guerra, foi preciso substituir por outros, agora a guerra era travada dentro das próprias fronteiras.

O poder de Estado havia sido questionado após a Primeira Guerra: repúblicas democráticas
sofriam para reconstruir suas economias, o socialismo havia saído vitorioso e as pessoas comuns, que experenciaram dor, mutilação, morte e perdas de todos os tipos, não respeitavam
mais seus governos.