Questões de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais)
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Questão: 61 de 486
388493
Banca: Inst. AOCP
Órgão: UFFS
Cargo(s): Tradutor e Intérprete - Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS)
Ano: 2016
Matéria/Assunto: LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) > Lei nº 10.436 de 2002 - Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS)
ele tenha, especificamente, amplo
conhecimento a respeito do tema que será
apresentado.
o texto ou conteúdo a ser abordado seja
disponibilizado, antecipadamente, ao intérprete,
a fim de que este tenha um conhecimento prévio
do assunto abordado.
o tradutor esteja descansado, alongado, com
roupas adequadas e com uma aparência
simpática e agradável para que o surdo tenha
melhor compreensão da interpretação.
o intérprete traduza, exclusivamente, os pontos
principais do conteúdo abordado, para que o
surdo absorva o que realmente for importante.
o professor apresente ao intérprete educacional
os sinais “chaves” que devem ser usados
durante a interpretação.
Questão: 62 de 486
388494
Banca: Inst. AOCP
Órgão: UFFS
Cargo(s): Tradutor e Intérprete - Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS)
Ano: 2016
Matéria/Assunto: LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) > Lei nº 10.436 de 2002 - Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS)
V – F – F – V – F.
F – F – V – V – V.
V – F – F – V – V.
V – V – F – F – F.
F – V – V – F – V.
Questão: 63 de 486
388495
Banca: Inst. AOCP
Órgão: UFFS
Cargo(s): Tradutor e Intérprete - Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS)
Ano: 2016
Matéria/Assunto: LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) > Lei nº 10.436 de 2002 - Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS)
curso superior de Tradução e Interpretação, com
habilitação em Libras - Língua Portuguesa ou
nível médio e/ou superior com proficiência.
capacitação pelo Exame Nacional de Proficiência
em Tradução e Interpretação de Libras - Língua
Portuguesa, Prolibras.
cursos com profissional surdo, com competência
para realizar a interpretação da língua oficial
brasileira e de outros países para a Libras,
para, assim, atuar nos níveis fundamental e
médio.
nível superior, para profissional ouvinte, com ou
sem proficiência em Libras, para atuação em instituições de ensino de níveis fundamental e
médio.
nível médio, para profissional ouvinte, com
competência e fluência em Libras através de
aprovação em exame de proficiência, promovido
pelo Ministério da Educação, para atuação no
ensino superior.
Questão: 64 de 486
388496
Banca: Inst. AOCP
Órgão: UFFS
Cargo(s): Tradutor e Intérprete - Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS)
Ano: 2016
Matéria/Assunto: LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) > Lei nº 10.436 de 2002 - Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS)
a interpretação de uma mensagem deve
ser realizada conforme a compreensão do
intérprete, ou seja, de acordo com a opinião
própria.
é dever do intérprete prestar serviços voluntários
de interpretação quando identificar um surdo sem
acesso à Libras em qualquer situação.
o intérprete pode, caso necessário, encorajar
pessoas surdas a buscarem decisões legais ou
outras em seu favor.
o intérprete deve reconhecer seu próprio nível
de competência, ter prudência ao aceitar tarefas
e reconhecer a necessidade de desenvolvimento
profissional.
o intérprete, ao se vestir, deve usar adereços
discretos, manter a dignidade da profissão e
chamar atenção de forma limitada sobre si
mesmo, durante o exercício da função.
Questão: 65 de 486
388497
Banca: Inst. AOCP
Órgão: UFFS
Cargo(s): Tradutor e Intérprete - Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS)
Ano: 2016
Matéria/Assunto: LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) > Lei nº 10.436 de 2002 - Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS)
O SignWriting é um sistema que pode registrar
qualquer língua de sinais, desde que traduzido
da língua falada.
SignWriting é a escrita da Língua Brasileira de
Sinais, criada pela escritora surda Marianne
de Rossi Stumpf e idealizada durante um
Congresso em La Jolla, Califórnia, EUA.
O sistema SignWriting possui parâmetros
que não envolvem expressão facial, mas que
detalham e enfatizam movimentos do corpo,
explicitando a compreensão do seu significado.
O sistema SignWriting representa unidades
gestuais, o que faz com que ele possa ser
aplicado a qualquer língua, tanto de sinais como
oral.
O SignWriting foi inspirado em um sistema
chamado Dance Writing, criado por uma
coreógrafa americana, Valerie Sutton, em 1974.