Questões de Oralidade e escrita

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Questão: 11 de 48

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Banca: NUCEPE

Órgão: Pref. Timon/MA

Cargo(s): Fiscal de Defesa do Consumidor

Ano: 2019

Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Oralidade e Escrita

Os motivos seriam os mais diversos.

Afinal, é o grupo do qual participamos a vida
toda.

Fazem dos amigos próximos sua família, por
exemplo
.

Isso significa que pertencer a uma família,
com todos os bônus e ônus impostos, é
essencial
.

E, por falar em família, hoje quase todo
mundo acredita que entende desse núcleo e
que pode analisá-lo. ...

Questão: 12 de 48

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Banca: FUMARC

Órgão: Câmara de Mariana/MG

Cargo(s): Técnico em Administração

Ano: 2014

Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Oralidade e Escrita

“A maioria dessas crianças sabe focar sua atenção, sim.”

“Aí, um belo dia elas vão para a escola.”

“Se está difícil para nós, adultos, focar nossa atenção, imagine, caro leitor, para as crianças.”

“Vamos tomar como exemplo uma pessoa dirigindo.”

Questão: 13 de 48

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Banca: FUMARC

Órgão: Pref. Ipuã/SP

Cargo(s): Professor - Língua Portuguesa | PEB II

Ano: 2016

Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Oralidade e Escrita

A partir da década de 1980, a transformação conceitual – que alterou o
foco de língua como expressão do pensamento para língua como ferramenta sociocomunicativa – fez com que o estudo da frase como unidade
do ensino linguístico (no que se refere às nomenclaturas de termos e categorias) gradualmente cedesse lugar ao estudo dos gêneros textuaisdiscursivos, em suas diferentes condições e contextos de uso social.

A variabilidade de usos da escrita em contextos sociais básicos da vida
cotidiana, em paralelo direto com a oralidade, evidencia ênfases e objetivos de uso da escrita muito diversos. Por essa razão, cabe à escola ensinar estritamente situações de uso da norma padrão, já que o aluno não terá acesso a ela em nenhum outro lugar fora dali. Além disso, o domínio da
norma padrão assegura ao aluno correção e adequação em qualquer gênero textual que precise usar dentro e fora da escola.

Mesmo atuando nos ciclos finais do ensino fundamental, é necessário ao
professor de língua materna dominar um conjunto de saberes sobre os
métodos de alfabetização e sobre os processos de letramento, considerando-se a influência e penetração da escrita na sociedade. Isso lhe permite enfrentar sua tarefa com maior preparo e maleabilidade, e servirá como
fator de orientação na seleção de textos adequados e na definição de níveis de linguagem a trabalhar com suas turmas.

Um desdobramento da perspectiva enunciativo-discursiva de cunho bakhtiniano para o ensino foi a consolidação da crença de que o aluno é um indivíduo responsivo ativo, isto é, sujeito de sua aprendizagem da leitura e
da escrita. Esse novo paradigma rompeu com a concepção de que o
aprendiz fosse apenas um “depositário” dos saberes escolares, seja de
língua portuguesa, seja de qualquer outra disciplina.

Questão: 14 de 48

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Banca: FUMARC

Órgão: Câmara de Dores do Rio Preto/ES

Cargo(s): Auxiliar Legislativo

Ano: 2016

Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Oralidade e Escrita

“Em lugar disso, porém, abraçamos a frustração, e com ela a culpa.”

“Ou a gente tem de ser o pior, o mais relaxado, ou o mais drogado, o chefe
da gangue, a mais sedutora, a mais produzida.”

“Se pensar bem, verei que não preciso ser magro nem atlético nem um modelo de funcionário [...]”

“Tenho de ambicionar esses bens, esse status, esse modo de viver – ou
serei diferente, e estarei fora.”

Questão: 15 de 48

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Banca: FUMARC

Órgão: Câmara de Dores do Rio Preto/ES

Cargo(s): Auxiliar Legislativo

Ano: 2016

Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Oralidade e Escrita

“[...]temos de realizar tantas coisas, são tantos os compromissos, que nos
falta o tempo para uma análise tranquila, uma decisão sensata, um prazer
saboreado.”

“Com sorte, vamos até enganar o tempo sendo sempre jovens, sendo quem
sabe imortais com nariz diminuto, boca ginecológica e olhar fatigado num
rosto inexpressivo.”

“Ninguém pode se contentar em ser como pode: temos de ser muito mais
que isso, temos de fazer o impossível, o desnecessário, até o absurdo, o
que não nos agrada [...]”

“Precisaria, sim, ser um sujeito decente, encontrar alguma harmonia comigo
mesmo, com os outros, e com a natureza [...]”