Questões de Organização do Estado - Organização político-administrativa

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Questão: 936 de 4757

356004

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Banca: VUNESP

Órgão: PGE/SP

Cargo(s): Procurador do Estado | Nível 1

Ano: 2018

Matéria/Assunto: Direito Constitucional > Da Organização do Estado (arts. 18 a 43 da CF/1988) / Intervenção Federal e Estadual (arts. 34 a 36 da CF/1988)

a Comissão Parlamentar de Inquérito, enquanto projeção orgânica do Poder Legislativo da União, nada
mais é senão a longa manus do próprio Congresso
Nacional ou das Casas que o compõem. Assim, as
suas decisões que respeitarem aos princípios da colegialidade e da motivação não estarão sujeitas ao
controle jurisdicional ou revisão por parte do Poder
Judiciário.

compete privativamente à Câmara dos Deputados
processar e julgar o Presidente e o Vice-Presidente
da República nos crimes de responsabilidade, bem
como os Ministros de Estado e os Comandantes da
Marinha, do Exército e da Aeronáutica nos crimes da
mesma natureza conexos com aqueles.

a decretação da intervenção federal dependerá sempre de prévia solicitação do Poder Legislativo ou do
Poder Executivo coacto ou impedido, ou de requisição do Supremo Tribunal Federal, se a coação for
exercida contra o Poder Judiciário.

a discussão e votação dos projetos de lei de iniciativa do Presidente da República, do Supremo Tribunal
Federal e dos Tribunais Superiores terão início no
Senado Federal e cada parte interessada poderá solicitar urgência para apreciação de projetos de sua
iniciativa.

cabe ao Congresso Nacional, mediante controle externo, fiscalizar a aplicação de quaisquer recursos
repassados pela União mediante convênio, acordo,
ajuste a outros instrumentos congêneres, a Estado,
ao Distrito Federal ou a Município.

Questão: 937 de 4757

356008

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Banca: VUNESP

Órgão: PGE/SP

Cargo(s): Procurador do Estado | Nível 1

Ano: 2018

Matéria/Assunto: Direito Constitucional > Da Organização do Estado (arts. 18 a 43 da CF/1988) / União: Bens e Competências Exclusivas, Privativas, Comuns e Concorrentes (arts. 20 a 24 da CF/1988) / Bens da União

A União poderá delegar aos Estados a competência
para legislar integralmente sobre o tema, considerando as reiteradas críticas à excessiva centralização normativa no âmbito federativo.

Os Estados-membros e o Distrito Federal não dispõem de competência para legislar sobre direito processual. Com fundamento no sistema de poderes
enumerados e de repartição constitucional de competências legislativas, somente a União possui atribuição para legitimamente estabelecer, em caráter
privativo, a regulação normativa, inclusive a disciplina dos recursos em geral, conforme posição consolidada do Supremo Tribunal Federal.

Estabelecida a lide com fundamento em conflito de
competência legislativa entre a União e os Estados-Membros ou o Distrito Federal, a ação judicial deverá ser julgada de forma originária pelo Superior
Tribunal de Justiça, uma vez configurada a instabilidade no equilíbrio federativo.

A competência é comum da União, dos Estados, do
Distrito Federal e dos Municípios, podendo lei complementar autorizar cada ente federal a legislar sobre questões específicas das matérias relacionadas
na Constituição Federal.

A competência para legislar sobre direito processual
é concorrente, de modo que cabe à União fixar normas gerais e aos Estados-Membros e ao Distrito Federal normas suplementares, em concordância com
a jurisprudência pacífica sobre o tema.

Questão: 938 de 4757

355788

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Banca: VUNESP

Cargo(s): Advogado

Ano: 2018

Matéria/Assunto: Direito Constitucional > Da Organização do Estado (arts. 18 a 43 da CF/1988) / Administração Pública (arts. 37 a 43 da CF/1988) / Disposições Gerais (Administração Pública - arts. 37 e 38 da CF/1988)

a publicidade dos atos, programas, obras, serviços
e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter
meramente educativo, sendo permitido constar nomes, símbolos ou imagens de autoridades ou servidores públicos, proibida a promoção pessoal.

a publicidade dos atos, programas, obras, serviços
e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter
educativo, informativo ou de orientação social, dela
não podendo constar nomes, símbolos ou imagens
que caracterizem promoção pessoal de autoridades
ou servidores públicos.

lei complementar disciplinará as formas de participação do usuário na Administração Pública direta,
regulando unicamente as reclamações relativas à
prestação dos serviços públicos em geral.

lei orgânica disciplinará as formas de participação do
usuário na Administração Pública direta e indireta, e
regulará as reclamações relativas à qualidade dos
serviços públicos.

os atos de improbidade administrativa importarão a
cassação dos direitos políticos, a perda da função
pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas em
lei, excluída eventual ação penal.

Questão: 939 de 4757

355790

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Banca: VUNESP

Cargo(s): Advogado

Ano: 2018

Matéria/Assunto: Direito Constitucional > Da Organização do Estado (arts. 18 a 43 da CF/1988) / Administração Pública (arts. 37 a 43 da CF/1988) / Disposições Gerais (Administração Pública - arts. 37 e 38 da CF/1988)

em qualquer caso que exija o afastamento para o
exercício de mandato eletivo, seu tempo de serviço
será contado para todos os efeitos legais, exceto
para promoção por merecimento.

para efeito de benefício previdenciário, no caso de
afastamento, os valores serão determinados como
se não estivesse em exercício.

tratando-se de mandato eletivo estadual ou distrital
não ficará afastado de seu cargo, emprego ou função.

investido no mandato de Prefeito não é necessário
afastar-se do cargo, emprego ou função, sendo-lhe
facultado optar pela sua remuneração.

investido no mandato de Vereador perceberá as vantagens de seu cargo, emprego ou função, com prejuízo da remuneração do cargo eletivo.

Questão: 940 de 4757

355895

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Banca: VUNESP

Órgão: Câmara de Tanabi/SP

Cargo(s): Advogado

Ano: 2018

Matéria/Assunto: Direito Constitucional > Da Organização do Estado (arts. 18 a 43 da CF/1988) / Municípios - Organização e Competências (arts. 29 a 31 da CF/1988) / Bens e Organização

o controle externo da Câmara Municipal será exercido com o auxílio dos Tribunais de Contas dos Estados ou do Município ou dos Conselhos ou Tribunais
de Contas dos Municípios, onde houver.

o controle externo da Câmara Municipal será exercido pelo membro do Ministério Público local, com o
auxílio do Ministério Público de Contas, sempre que
necessário.

o parecer prévio, emitido pelo órgão competente
sobre as contas que o Prefeito deve anualmente
prestar, deixará de prevalecer por decisão da maioria
simples dos membros da Câmara Municipal.

as contas dos Municípios ficarão, durante trinta dias,
anualmente, à disposição de qualquer contribuinte,
para exame e apreciação, o qual poderá questionar-lhes a legitimidade, nos termos da lei.

é facultada a criação de Tribunais, Conselhos ou
órgãos de Contas Municipais para municípios com
menos de trezentos mil habitantes.