Questões de Processo administrativo
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Questão: 126 de 1932
144663
Banca: VUNESP
Órgão: Pref. São Paulo/SP
Cargo(s): Analista de Políticas Públicas e Gestão Governamental
Ano: 2015
Matéria/Assunto: Direito Administrativo > Processo Administrativo Federal (Lei 9.784/1999) / Disposições Gerais, Direitos e Deveres do Administrado (arts. 1º a 4º da Lei nº 9.784/1999)
Processo Gerencial.
Acordo Administrativo.
Convenção Administrativa.
Processo Administrativo.
Procedimento Protocolar.
Questão: 127 de 1932
146019
Banca: CESPE / Cebraspe
Órgão: FUB
Cargo(s): Técnico em Tecnologia da Informação
Ano: 2016
Matéria/Assunto: Direito Administrativo > Processo Administrativo Federal (Lei 9.784/1999) / Disposições Gerais, Direitos e Deveres do Administrado (arts. 1º a 4º da Lei nº 9.784/1999)
na realização dos atos do processo administrativo.
Questão: 128 de 1932
142932
Banca: CESPE / Cebraspe
Órgão: ANP
Cargo(s): Analista Administrativo | Área IV
Ano: 2013
Matéria/Assunto: Direito Administrativo > Processo Administrativo Federal (Lei 9.784/1999) / Dos Impedimentos e da Suspeição (arts. 18 a 21 da Lei nº 9.784/1999)
n.° 9.784/1999 e a Lei n.° 8.112/1990, julgue os itens
subsequentes.
que tenha a condição de interessado é um direito assegurado
ao servidor público federal.
Questão: 129 de 1932
143033
Banca: CESPE / Cebraspe
Órgão: ANP
Cargo(s): Analista Administrativo | Área IV
Ano: 2013
Matéria/Assunto: Direito Administrativo > Processo Administrativo Federal (Lei 9.784/1999) / Disposições Gerais, Direitos e Deveres do Administrado (arts. 1º a 4º da Lei nº 9.784/1999)
n.° 9.784/1999 e a Lei n.° 8.112/1990, julgue os itens
subsequentes.
nos termos do processo administrativo de que trata a Lei
n.° 9.784/1999, refere-se aos órgão da administração direta e
indireta.
Questão: 130 de 1932
141645
Banca: CESPE / Cebraspe
Órgão: STF
Cargo(s): Analista Judiciário - Administrativa
Ano: 2013
Matéria/Assunto: Direito Administrativo > Processo Administrativo Federal (Lei 9.784/1999) / Dos Impedimentos e da Suspeição (arts. 18 a 21 da Lei nº 9.784/1999)
após regular processo administrativo, e, em seguida, fosse
constatado ter havido vício nesse processo, que torne ilegal o
refúgio concedido, o ministro não poderia anular o seu próprio
ato, devendo tal anulação ser realizada pela via judicial.