Questões de Segurança pública
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Questão: 216 de 312
50724
Banca: CESPE / Cebraspe
Órgão: Pref. Rio Branco/AC
Cargo(s): Agente Administrativo
Ano: 2007
Matéria/Assunto: Atualidades e Conhecimentos Gerais > Segurança pública
tema que ele aborda, julgue os itens que se seguem.
aplicar o dinheiro obtido por meios ilícitos em obras de
assistência social.
Questão: 217 de 312
50570
Banca: CESPE / Cebraspe
Órgão: Pref. Rio Branco/AC
Cargo(s): Agente Administrativo
Ano: 2007
Matéria/Assunto: Atualidades e Conhecimentos Gerais > Segurança pública
amplitude do tema por ele focalizado, além de aspectos do atual
cenário latino-americano, julgue os itens seguintes.
Questão: 218 de 312
49591
Banca: VUNESP
Órgão: IAMSPE
Cargo(s): Analista Administrativo
Ano: 2012
Matéria/Assunto: Atualidades e Conhecimentos Gerais > Segurança pública
Sorocaba.
São José dos Campos.
Jundiaí.
São Bernardo do Campo.
Campinas.
Questão: 219 de 312
49395
Banca: VUNESP
Órgão: Pref. São José dos Campos/SP
Cargo(s): Analista em Gestão Municipal - Administração de Empresas
Ano: 2012
Matéria/Assunto: Atualidades e Conhecimentos Gerais > Segurança pública
um piso salarial nacional.
uma remuneração idêntica equivalente ao dobro do salário mínimo.
uma política comum de benefícios e complementos salariais.
o direito à aposentadoria integral.
o direito à estabilidade no serviço público.
Questão: 220 de 312
49443
Banca: VUNESP
Órgão: TJ/SP
Cargo(s): Escrevente Técnico Judiciário
Ano: 2008
Matéria/Assunto: Atualidades e Conhecimentos Gerais > Segurança pública
o fazendeiro Regivaldo Galvão, acusado de executar o crime, foi inocentado pelo Tribunal de Júri de Belém (PA), em virtude da ausência de provas e de erros processuais.
o Tribunal do Júri de Belém (PA) condenou o fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura a 30 anos de prisão em regime fechado por ter atuado como um dos mandantes do crime.
o governo do Pará foi denunciado na Corte Interamericana de Direitos Humanos por não efetivar a prisão e o julgamento de todos os envolvidos nesse crime.
a ONG Terra de Direitos e a Comissão Pastoral da Terra denunciaram que as testemunhas de acusação do crime estão sendo intimidadas pela defesa dos acusados.
o Tribunal de Justiça do Pará anunciou o desaforamento para Brasília do julgamento dos acusados do crime, depois de denúncias da imparcialidade de parte do júri popular.