Questões de Tipologia textual e funções da linguagem
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Questão: 586 de 1846
345017
Banca: FADESP
Órgão: PM/PA
Cargo(s): Curso de Formação de Oficiais
Ano: 2016
Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Tipologia Textual e Funções da Linguagem
O último parágrafo (L. 50 e 51) apresenta sequências contrastivas explícitas que retomam partes do
assunto tratado.
Prevalece no conjunto do texto a organização expositivo-informativa, visto que se estrutura com
base em estatísticas e análise de dados.
Predomina, no início do texto, entre as linhas 5 e 20, o modo de organização narrativo, visto que
nesse trecho o autor coloca em cena uma ação e personagens em lugar e momento determinados.
Se descrever implica qualificar atribuindo características, apresentando um julgamento de alguém,
pode-se considerar a passagem “Incidentes do tipo desse, em que fui inadvertido coadjuvante de
um boçal na padaria, se repete infinitamente em todos os lugares, aqui e agora, em antes e
sempre” (L. 23 e 24) uma sequência descritiva.
Questão: 587 de 1846
343576
Banca: CESPE / Cebraspe
Órgão: DPU
Cargo(s): Técnico em Comunicação Social - Jornalismo
Ano: 2010
Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Tipologia Textual e Funções da Linguagem
De acordo com o texto, a parcela da população brasileira que
não exerce seus direitos não tem acesso à defensoria pública.
De acordo com o texto, justiça e Poder Judiciário são matérias
complementares.
O texto é imparcial com relação ao tema tratado, limitando-se
a descrever os conceitos de direito e justiça; é, por isso,
essencialmente descritivo.
O texto, por defender uma tese — a de que a cidadania só pode
ser exercida de forma plena quando os indivíduos têm
conhecimento de seus direitos e deveres —, é
predominantemente dissertativo-argumentativo.
Não exercer os direitos que se tem por desconhecê-los é
bastante grave, segundo o texto, porque esse é um caso muito
difícil de ser resolvido.
Questão: 588 de 1846
341229
Banca: CESPE / Cebraspe
Órgão: AL/ES
Cargo(s): Técnico Legislativo - Sênior I (Secretaria Legislativa Secretaria Administrativa)
Ano: 2011
Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Tipologia Textual e Funções da Linguagem
Na linha 23, a utilização do acento grave no "a" que antecede
o verbo "reorganizar" é facultativa.
O texto é eminentemente dissertativo-argumentativo, pois
defende a ideia de que a aposentadoria interfere negativamente
na vida dos indivíduos, argumentando com dados empíricos.
O texto é essencialmente informativo, visto que transmite
informações sobre a relação indivíduo/aposentadoria de
maneira imparcial.
De acordo com o texto, as pessoas mais insatisfeitas com o
presente são as mais propensas a sofrer no momento da
aposentadoria.
O último período do texto teria seu sentido alterado caso a
vírgula nele contida fosse eliminada.
Questão: 589 de 1846
333451
Banca: CESPE / Cebraspe
Órgão: SEDUC/CE
Cargo(s): Professor - Química
Ano: 2013
Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Tipologia Textual e Funções da Linguagem
essencialmente descritivo, o que se confirma pela apresentação
detalhada de uma situação.
injuntivo, pois se organiza como orientações para uma ação.
dissertativo-informativo, apresentando asserções, fatos,
citações.
dialogal, pois está estruturado com base na fala de
interlocutores.
predominantemente narrativo, dada a sequência de fatos que
formam, em seu conjunto, um enredo.
Questão: 590 de 1846
333298
Banca: CESPE / Cebraspe
Cargo(s): Técnico - Tecnologia da Informação e Comunicação
Ano: 2013
Matéria/Assunto: Língua Portuguesa > Tipologia Textual e Funções da Linguagem
edição de biografias à autorização do biografado ou
descendentes. As consequências da norma são negativas. Uma
delas é a impossibilidade de se registrar e deixar para a
posteridade a vida de personagens importantes na formação do
país, em qualquer ramo de atividade. Permite-se a interdição de
registros de época, em prejuízo dos historiadores e
pesquisadores do futuro.
Dessa forma, tem sido sonegado, por exemplo, o
relato da vida do poeta Manoel Bandeira e dos escritores Mário
de Andrade e Guimarães Rosa. Tanto no jornalismo quanto na
literatura não pode haver censura prévia. Publicada a
reportagem (ou biografia), os que se sentirem atingidos que
recorram à justiça. É preciso seguir o padrão existente em
muitos países, em que há biografias “autorizadas” e “não
autorizadas”.
Reclamações posteriores, quando existem, são
encaminhadas ao foro devido, os tribunais.
O alegado “direito à privacidade” é argumento frágil
para justificar o veto a que a historiografia do país seja
enriquecida, como se não bastasse o fato de o poder de censura
concedido a biografados e herdeiros ser um atentado à
Constituição.
O Globo, 23/9/2013 (com adaptações).
Com referência ao texto acima, julgue os itens de 5 a 9.
o texto é predominantemente narrativo.